DS7_3679Na despensa da sua casa, em São Paulo, no Brasil, você pode encontrar todos os ingredientes para cozinhar um macarrão com pesto, uma lasanha ou massa de pizza.
E, em um canto, fechado em um frasco, uma boa dose de nostalgia do BelPaese, a Italia.
Marianne Steinbrecher, deixou a Itália em que o seu maravilhoso ano de 2008, mas não antes de vencer um campeonato, uma Taça CEV e uma Supercopa com a Scavolini Pesaro que na Itália tinha trazido.Ela tinha ido com um espólio rico, então, algumas semanas antes de se formar campeão olímpico. Naquele verão de seus 25 anos.
Depois, algumas temporadas em outro continente, até o itálico vento voltou a soprar “Eu queria e precisava mudar. Para respirar – diz Mari – outro air, alguma coisa de novo.
Para fazer uma pausa a partir do constante movimento, muitas vezes excessivo,da minha cidade natal.
E a ligada de Bolzano tornou-se uma passagem para a Itália: a solução certa no momento certo. Para encontrar um lugar em uma liga rica e cheia de unidade, motivação e oportunidade “.
Um retorno que não está usando as roupas do passado, mas, pelo contrário, em comparação com a arte da costura, junto com o recém-promovido Sudtirol Neruda Voleibol Club do treinador Fabio Bonafede.
Para produzir uma história totalmente nova, ponto su ponto, em um campeonato de uma beleza unica e impegnativa.
Voltar na Italia, mesmo concordando de ser capitão, e’ desfiar me.N ão tem praticado muito até hoje ser capitao. “É a segunda vez na minha carreira que me foi confiada a banda de capitao. Uma tarefa – continua Mari – longede ser simples para alguém como eu, que não pode colocar no banco tranquilidade e dificilmente quebra durante um jogo. Para o bem da equipe, entanto, eu estou trabalhando, olhando energia ea atitude certa da ter no campo e fora disso.Junto com um tom de voz apropriado para a situação. “
DS7_3502Trabalho sobre o temperamento, o motor da alma. Apenas Marianne, que de motor vai enteder muito. “Na garagem da casa, no Brasil, eu tenho uma pequena coleção de carros antigos, carros adquiridos com a intençãode restaurar-lhes uma segunda vida. O mesmo que eu daria para muitos cães infelizes e sem-teto, a construção de um abrigo que os acolhe, para dar-lhes dignidade e calor, juntamente com uma segunda chance. “
Um pensamento de solidariedade que adicionado ao barulho dos motores eo amarelo-ouro da bandeira brasileira só pode dar, como resultado, o nome de Ayrton Senna, emblema da humanidade casada com o espírito competitivoeo mito que não conhece final, numa terra tão fértil e de esportes prolíficos.
“Eu, entanto, um ídolo verdadeiro nunca tive. Eu tentei a crescer, a partir do ponto de vista esportivo, na liberdade de observar e tomar, tirar o que era bom em parceiros e adversários, sem ser influenciada.
Apesar de, neste anos, tenho cultivado uma profunda admiração por Fernanda Venturini, levantadora da seleção brasileira, de alguns anos atrais.
Eu sempre gostei de sua atitude em campo, da sua capacidade de falarcom os olhos, para dar uma olhada para liderar a equipe. “
Uma personalidade forte, como o motor de 400 cv escondido no capô do Maggiolino 1996 que Marianne mantém no suo garagem, esperando para voltar a cantar.
Primeiro, porém, existem compromissos da primeira divisão do campeonato italiano, com Neruda Volley perseguindo sua quadratura de resultados e pontos, para não perder o destino de suo viagem,a salvação que em Bolzano rima com objetivo da temporada.
Primeiro, então, há um outro acelerador em que para empurrar, vôlei e trabalho duro.
“Ao ajustar o mínimo – para parafrasear Battisti – elevando-o um pouco”. Talvez Para começar de novo, não voar, mas viajar, sim. “
Emanuela Macrì – Ph Riccardo Giuliani